Qua, 25/09/2013 - 10:16
Distribui beijos, abraços e chupa-chupas em forma de coração para adoçar a boca aos eleitores. “Sou socialista desde sempre, sempre votei neles, mas não quero mais”, confessa um habitante de Sarzeda. “Mas agora tem nova gente”, responde Júlio Meirinhos. “Ainda há dias falei com um elemento do CDS de Mirandela a quem disse que vocês são todos iguais. É como quando se namora uma rapariga dizemos que lhe damos tudo e afinal é mentira”, acrescenta o habitante, salientando que “não se pode prometer porque quem promete mente”. O candidato do PS argumenta que “quando foi presidente em Miranda do Douro escrevia o que prometia e no final cumpria tudo, por isso é que me renovaram a confiança durante quatro vezes”.A população junta-se nos salões da casa do povo para ouvir o candidato socialista.E num verdadeiro acto de democracia há quem compareça em todas as iniciativas para decidir em consciência.“Toda a gente deve respeitar os outros, seja de que partido for. Independentemente da minha cor não critico ninguém mas gosto de ouvir todos, não se perde nada porque cada um tem as suas ideias”, afirma uma idosa.Neste périplo pelo concelho de Bragança, Júlio Meirinhos fala na necessidade de uma mudança nesta viragem de ciclo.
“O ciclo do betão está concluído e não podemos seguir o mesmo caminho gastando milhões de euros porque não vamos resolver o problema fundamental que é a fixação de pessoas, o emprego jovem, a economia e o turismo”, refere o candidato. “Com a saída de Jorge Nunes esse ciclo encerra-se e o próximo ciclo é o da proximidade das pessoas que não gasta tantos milhões mas que lhe resolve a vida”, conclui.
Escrito por Brigantia




