Qua, 08/01/2014 - 09:24
Eduardo Santos diz que quem gere os estabelecimentos de ensino do interior já tinha dificuldade em esticar o dinheiro para fazer face a todas as despesas, principalmente nos meses mais frios. E teme que mais cortes ponham em causa o normal funcionamento das escolas.
“Da maneira que o País está aquilo que seria de prever são cortes, mas eu gostaria que assim não fosse, porque o nosso orçamento de 2013 dá apenas para pagar as despesas de manutenção, como água, luz, gás, e comunicações. Ainda por cima estão previstos aumentos da luz e do gás natural e nós em Trás-os-Montes com o clima que temos nos meses de Inverno, o consumo é grande”, constata o responsável.
No ano passado, para que o aquecimento pudesse funcionar foi preciso alargar os prazos de pagamento a alguns fornecedores. E este ano, poderá funcionar menos horas.
“Temos que estar atentos. Nos meses de Dezembro, Janeiro, Fevereiro e Março, com os aumentos que estão previstos, o nosso duodécimo está no limite. Se houver cortes, teremos que repensar o número de horas que o aquecimento está ligado”, afirma Eduardo Santos.
O presidente do Agrupamento de Escolas Emídio Garcia preocupado com os possíveis cortes no orçamento para este ano. Recordo que está previsto um corte no Orçamento do Estado para a Educação na ordem dos 25 por cento. Resta agora saber com que dinheiro as escolas poderão contar este ano para custear o seu funcionamento.
Escrito por Brigantia





