Sex, 08/11/2013 - 11:22
A constatação é dos líderes distritais do PS e do PSD.O presidente da Distrital Socialista, Jorge Gomes, lembra que esta unidade poderia acolher utentes que estão neste momento nas camas dos hospitais e custam um valor muito mais elevado ao Estado.“A Unidade de Cuidados de Convalescença é aquilo que retira o grande peso que o hospital público pode ter e o grande custo que pode ter, transferindo as pessoas para uma Unidade que tem todas as valências para dar esse tipo de apoio à pessoas, mas com um custo muito mais baixo. Com os cuidados continuados é a mesma situação. Está à espera de um despacho de um senhor que é secretário de Estado e que está em Lisboa e não tem sensibilidade para este tipo de questões, nem percebe que estamos a falar de um dos distritos mais envelhecidos do País”, realça Jorge Gomes. O líder da distrital do PSD partilha da mesma opinião. José Silvano vai mais longe e diz mesmo que pode estar em causa um investimento privado na área da Saúde, que é fundamental para a região. “Aquilo era um projecto que tinha uma autonomia financeira e que foi aprovado assim e foi apresentado assim e foi financiado assim. Tinha uma parte de hospital e dois pisos, um para Cuidados Continuados e outro para Residência Medicalizada. E é isto que dava viabilidade ao projecto. A parte privada avançou e falta a parte pública, o que pode pôr em ‘perigo’ o próprio funcionamento do hospital. Porque para ter viabilidade financeira este projecto estava pensado com as duas vertentes”,
Os líderes distritais do PS e do PSD a criticar a decisão do Governo, que desperdiça um investimento de cerca de três milhões de euros na Unidade de Cuidados Continuados de Mirandela.
Escrito por Brigantia




