Seg, 19/01/2015 - 22:12
A razão prende-se com "o tratamento desigual" que alegam ter relativamente a outros alunos do país, referindo-se concretamente ao avançado estado de degradação do estabelecimento de ensino onde estudam, que não sofre qualquer intervenção há 38 anos,, refere João Pilão, presidente da AE.
Entretanto, o presidente da Câmara de Mirandela também continua à espera de "luz verde" do Ministério liderado por Nuno Crato para saber em que moldes poderá avançar a parceria para as obras na escola secundária. António Branco diz estar disponível para uma solução idêntica à que foi usada na construção das novas instalações da Escola superior de Administração, comunicação e turismo, mas primeiro precisa de autorização do Governo. Escrito por Terra Quente (CIR).