Construção da nova estrada entre Bragança e Vimioso ainda sem garantias do Ministério das Infraestruturas

Sex, 07/12/2018 - 10:41


Na passagem por Bragança, o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas não se comprometeu com a construção da nova ligação entre Bragança e Vimioso. 

A Nacional 218 tem registado derrocadas frequentes de taludes em particular no inverno e a variante é pedida há muitos anos e tinha sido avançado, ainda pelo anterior governo de Passos Coelho, que as obras deveriam arrancar em 2018 ou 2019. O ministro Pedro Marques não garante para já a construção da nova estrada. “Monitorizamos o plano para as estradas que temos, se temos de anunciar a construção de alguma variante anunciamos, quando não anunciamos esses investimentos garantimos a segurança das estradas existentes”, explicou. Sobre o facto de a nova estrada de ligação a Bragança estar anunciada há algum tempo afirmou que quando chegou ao ministério encontrou “um plano que tinha sido feito uns meses antes das eleições que se chamava o plano da proximidade que tinha 500 milhões de euros prometido e a IP investia 10 milhões por ano em novas estrada”.

Apesar de o estudo de projeto e de impacto ambiental estarem em fases avançadas, segundo o ministro isso não é garantia de que a construção arranque em breve. “ ”,

Quanto às derrocadas e degradação da estrada nacional 218, em particular no troço entre Carção e Vimioso, o ministro garante que a Infraestruturas de Portugal está a monitorizar a situação. “A Infraestruturas de Portugal acompanha permanentemente todas essas situações e procura identificar e resolver problemas dessa natureza quando eles existem. A IP tem um plano muito rigoroso de monitorização de todas as obras de arte e da rede nacional rodoviária e vai desenvolvendo investimentos que foram de várias centenas de milhões de euros nos últimos anos”, assegurou.

O ministro Pedro Marques não se compromete para já com a construção de uma estrada de ligação a Vimioso.

O projecto inclui uma ponte entre Carção e Vimioso e tem um custo global de 20 milhões de euros. Escrito por Brigantia

Jornalista: 
Olga Telo Cordeiro