Qua, 21/01/2015 - 11:23
Depois de ter tido salários em atraso aos professores e funcionários, António Branco salienta que só é possível ter a situação regularizada, nesta altura, devido ao fundo de maneio criado entre a Câmara Municipal e a Artmir – Associação Ensino Profissional Artístico. “Neste momento, todos os pagamentos estão em dia. Fizémos contrato com todos os professores, a longo prazo e não anuais, passamos a ter um quadro de escola, que não tínhamos. Neste momento temos uma escola estabilizada”, adianta o responsável. O presidente da escola recorda que a Esproarte convive há vários anos com atrasos de financiamento do Programa Operacional de Potencial Humano, do qual depende para garantir o seu bom funcionamento. “A Esproarte vive com esse problema há longos anos.O fecho da candidatura de 2013/1014 foi feito agora em 2015, isso dá ideia do atraso”, explica António Branco. A Esproarte é uma das cinco escolas profissionais de ensino artístico e de música em Portugal, que recebem financiamento do programa de apoio europeu. Escrito por Brigantia.