Seg, 02/02/2015 - 11:59
Na sua passagem pelo distrito de Bragança, este fim-de-semana, Miguel Castro Neto disse aos jornalistas que desconhece as circunstâncias em que ocorreu o caso mas acredita que os procedimentos adoptados pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas na gestão das verbas são os mais adequados. “A tutela do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas é conjunta e as questões orçamentais estão no Ministério da Agricultura e do Mar. De qualquer forma, eu julgo que o montante que estaria no cofre seria decorrente da cobrança de taxas e outros valores. Confesso que não conheço o assunto para me poder pronunciar e explicar se o dinheiro era muito ou pouco, em que condições é que estava ou qual era a origem. Julgo que será fruto, eventualmente de algum momento extraordinário de algumas taxas ou licenças e que serão adoptados os melhores procedimentos possíveis na gestão dessas taxas”, considera o secretário de Estado. O cofre com mais de 500 quilos e com valor de 70 mil euros nas instalações do ICNF em Bragança. Escrito por Brigantia.